Quando nos perguntam porque fizemos isto ou aquilo, porque decidimos ou optámos de determinada maneira. Podemos responder de duas maneiras: Ou dizemos as verdadeiras razões ou, para preservá-las, podemos responder simplesmente: Cá por coisas...
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publicado por Antonovsky, em 13.01.12 às 13:37

Porque faz parte da nossa história,

Porque faz parte do nosso desenvolvimento,

Porque esteve presente nos acontecimentos mais marcantes desde que existe,

Porque levou a casa de cada um notícias de todo o mundo,

Porque nos manteve mais informados, mais conhecedores, mais cultos, mais entretidos, mais maravilhados, etc..

aqui fica o link do museu virtual da RTP com resumos de cada década de factos que foram notícia ao longo de mais de 50 anos de existência. Vale a pena fazer uma visita e perdermo-nos no tempo, agora que fazemos parte da era digital.

 

 http://museu.rtp.pt/#/pt/programas_tv


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publicado por Antonovsky, em 10.01.12 às 21:25

 

Em tempos de crise uma rubrica que fica sempre para trás nas prioridade em qualquer orçamento, quer do Estado, Instituição ou Familiar, é a Cultura. Sabemos que nestes tempos há um re-alinhar de prioridades que estabelecem e ordenam outras necessidades mais prementes. Todavia, nós sabemos também que nem só de pão vive o homem e um livro, um cinema, um teatro, uma exposição, um concerto, um espectáculo, etc... sabe sempre bem e faz-nos desligar um pouco do quotidiano.

No meu caso, como gosto de ler, sempre que posso compro um livro, numa promoção nas livrarias, numa feira do livro, enfim se possível bom e barato como o povo gosta. Desta vez, na última feira do livro no Oriente (Lisboa) comprei duas biografias numa acentada - Uma de Da Vinci por 7€ e outra de Péricles 3€. Ou seja dois livros por 10€. Valeu a pena.

O livro da vida de Péricles é mais um ensaio de investigação do que uma biografia mais pormenorizada e atenta aos pequenos detalhes, requer uma leitura adicional para desvendar alguns termos utilizados, cidades e povos da antiguidade para podermos entender melhor o contexto. Parece-me mais dirigido a quem já sabe muito mais do que apenas uma noção de cultura geral que eu possuo. No que respeita ao livro do Da Vinci, para além da qualidade de impressão e fotografias de algumas obras e esboços nos seus inúmeros apontamentos, é um livro mais pormenorizado que liga a vida à obra do homem que, por sua vez, o autor tenta torná-lo comum, ou seja, um homem excepcional, mas um homem como os outros.

Vou continuar atento às pechinchas no mercado dos livros :)


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publicado por Antonovsky, em 08.01.12 às 20:39

 

Ter um blog é como ter um animal de estimação se não o alimentarmos... ele morre. Neste caso, se não postamos regularmente acabamos por ser relegados ao esquecimento e à interactividade possível dentro da blogosfera. Penso que com as rede sociais mais activas e "interactivas" o blog acabou por deixar de ter tanta importância como tinha. Uma msg, um video, uma música, uma nota "postada" no facebook ou noutra rede do género, viaja rapidamente aos inúmeros amigos virtuais que temos e a rapidez e o efeito que se pretende é muito mais eficaz.

Por vezes é interessante ver a quantidade de amigos que algumas pessoas têm, será que falaram com todos eles pelo menos uma vez na vida, ou coleccionam porque são amigos, de amigos, de amigos... Enfim são maneiras de pensar e de transmitir o que se pensa para um número não definido de pessoas virtuais que, por sua vez tentam algo de mais original.

Na minha perspectiva, acho que há sempre a competição de ver quem é o primeiro a postar alguma coisa muito engraçada, actual ou polémica. Tem de se consultar as notícias diariamente no país e no mundo e normalmente são os casos mais insólitos que trazem mais respostas, interactividade e comentários. Ou então, fazer os próprios casos insólitos, engraçados, perigosos, parvos, e que poderão chegar a ser "furos webianos" (ao exemplo do furo jornalístico) e se forem vídeos melhor ainda, dado que causam um impacto maior que um texto. Vejamos um exemplo de um video simples, com pessoas simples e que chegou a notícia de jornal da televisão. Porquê? Porque é engraçado, houve perigo, e há frases marcantes que podem ser adaptadas a uma infinidade de situações, como por exemplo: "O medo a mim não me assiste"


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publicado por Antonovsky, em 06.01.12 às 11:21

Depois das festividades que encerram um ano "velho" voltam as rotinas diárias da escola, trabalho e outras actividades que possamos frequentar ou assistir.

Este ano de 2012, já se sabe que vai ser dificil, em especial para Portugal e para os portugueses. O desemprego ultrapassou hoje à barreira dos 13%, atingindo um novo máximo histórico, o que é muito para um país tão pequeno como o nosso. Em consequência disto, o número de familias que pede assistência à Deco devido ao seu enorme endividamento continua a subir e de acordo com notícias de hoje (dia de Reis) existem mais famílias insolventes que empresas. Penso que isto não espanta ninguém, dado que há muito mais familias que empresas e uma empresa em insolvência afecta, por vezes um grande número de familias.

Isto tudo, para dizer que por vezes é bom ter rotinas, pois é sinal que temos um trabalho, um emprego, que por vezes nos chateia e nos traz alguns problemas, com chefias, colegas, clientes, fornecedores, que nos obriga a levantar cedo quando não apetece, que nos leva a ficar depois da hora de saída quando já temos "coisas" combinadas, mas acima de tudo proporciona a remuneração necessária (às vezes curta)  para que possamos nos sustentar, assegurando a nossa independência económica ou pelo menos "sobreviver".

Sinceramente espero que este ano seja, de facto, o ano em que os sacrificios atingiram o máximo (sem mais surpresas) e que 2013 seja de recuperação. Nem que seja muito lenta, mas que aconteça para o bem de todos. Temos de ter fé.


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publicado por Antonovsky, em 04.01.12 às 18:50

Uma boa notícia neste ano de 2012, apesar de ser relativa ao ano transacto, foi a de que o número de vitimas mortais nas estradas portuguesas decresceu para números que só se encontram na década de 60. Se tivermos em conta que o número de automóveis a circular em Portugal há cerca de cinquenta anos atrás era bem menor, este número ainda tem mais relevância. Também é certo que os automóveis hoje em dia têm mais dispositivos/equipamentos de segurança, e que as campanhas de prevenção são cada vez mais activas e as multas a doer, mas não deixa de ser um aspecto muito positivo e que se espera manter a tendência de descida nos próximos anos.

Há ainda muitos condutores a necessitarem de sensibilização, civismo e educação e como tal há ainda muito trabalho por fazer, mas seja como for, todos os envolvidos nas campanhas de prevenção rodoviária estão de parabéns.

 

 

 

 


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