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Presidência Europeia

por Antonovsky, em 02.07.07

Ontem Portugal tomou posse da Presidência da União Europeia, numa cerimónia na cidade invicta. Durante seis meses a responsabilidade é grande, os desafios muitos e os problemas também. 

O Governo terá de se desdobrar entre a política europeia e a política caseira, e como sabemos, também cá há muitos desafios e problemas por resolver. 

Sinceramente espero que esta presidência seja um sucesso. Que o bicho-papão do Tratado Europeu tenha uma conclusão que seja de agrado a todas as partes, que Portugal concretize cimeiras de sucesso com o Brasil, Rússia e os países Africanos e em todas as relações diplomáticas que desempenhar. Enfim, que tudo corra às mil maravilhas.

E porquê? Porque é a imagem do país que está na linha da frente, e todos nós, (pelo menos acho eu) independentemente de simpatizarmos ou não com quem lidera, gostamos que os nossos façam boa figura. Boa sorte PORTUGAL.

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publicado às 20:20


6 comentários

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De CARPE DIEM a 02.07.2007 às 22:13

acho que daremos um passo importante seneste seis meses de presidencia da união europeia, conseguirmos de novo virar a europa para africa, um sinal de maturidade da presidencia portuguesa se isso for conseguido,3 decadas depois das independencias dos paises de expressão portuguesa. ja agora deixo o convite para passar pelo meu blog. abraço
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De Antonovsky a 03.07.2007 às 10:01

Sim, Portugal tem uma relação previlegiada com Africa e uma experiência de longa data. Pode ser um ponto forte a nosso favor.
Obrigado pelo comentário. De certeza que irei passar pelo seu blog, aliás já o adicionei.
Um abraço.
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De paisagemviva2 a 03.07.2007 às 10:24

Concordo de forma integral, mas a minha dúvida é a seguinte, se um governo não consegue governar em condições um país pequeno como o nosso, será que consegue orientar a Presidência Europeia?
Também transmito os meus votos de sucesso, para o bem do nosso país, mas acima de tudo espero que aprendam bastante com esta experiência e que essa aprendizagem reverta a favor de Portugal.
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De Antonovsky a 03.07.2007 às 13:53

Espero bem que sim :)
Obrigado pelo comentário.
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De galinacea a 08.07.2007 às 13:54

Acima de tudo devemos ter em conta que ao contrário do que pensamos, "liderar" um Conselho Europeu é bastante menos transtornante do que estar à frente de um país, em que os líderes da maioria se têm de debater com toda a oposição e em que há divergências de interesses que se espelham em alguns dos debates na Assembleia e em trocas de palavras e comentários, que nem nós, portugueses, conseguimos perceber afinal o que se discute.
A nível europeu as coisas funcionam com verdadeiras regras e uma verdadeira unidade, que só faz sentido existir precisamente porque existem interesses e necessidades divergentes conforme cada país - daí a rotatividade na Presidência do Conselho, daí o facto de grande parte das deliberações serem feitas por maioria qualificada (os países com dimensão populacional maior, têm um maior número de votos) ou unanimidade, pelo que se for caso disso, ou os países mais pequenos se unem e formam uma minoria de bloqueio de forma a impedir que a maioria qualifica se consiga, ou em caso de unanimidade, é realmente necessário chegar a um consenso, pois todos têm poder de veto.
Acima de tudo, os países devem usufruir da sua Presidência fazendo pressão a nível da Comissão para colocar em cima da mesa propostas de lei que sejam favoráveis ao país, e aproveitando a facilidade diplomática que a U.E . concede para resolver questões pendentes ou ter iniciativas, a nível das relações externas.
Não estou mais preocupada com o que se passa cá dentro, acho que muitas vezes as pessoas se esquecem que somos uma democracia jovem adulta que ainda tem muito que percorrer até chegar a uma idade madura - o truque para que tudo funcione é precisamente não enterrar os problemas e atirar areia aos olhos do povo. É admitir "temos problemas" e "temos de os resolver".
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De Antonovsky a 08.07.2007 às 21:52

Eu acredito que a Europa tem um papel importante na diplomacia Mundial, todavia tem de ser coerente e unida para que isso possa acontecer.
Quanto ao admitir os problemas é o primeiro passo para que se resolvam. Porém, as soluções por vezes perdem-se por protagonismos individuais e não pelo favorecimento do colectivo, infelizmente.
Obrigado

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