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A 4ª República Portuguesa

por Antonovsky, em 14.03.13

Dizem os entendidos, ou pelos menos alguns deles, que Portugal está na transição para a 4ª República. Depreendendo-se que a primeira foi entre a queda da monarquia e a ascensão do Estado Novo, a segunda durou período do próprio Estado Novo e a terceira, do 25 de Abril de 1974 até aos dias de hoje. No entanto, a mudanças no panorama nacional e internacional, implicam uma nova evolução.

Portugal está cada vez mais integrado na União Europeia, há perda de soberania de todos os estados-membros em prol da coesão e, claro está, Portugal não é excepção. Depois é imperativo a chamada "Reforma do Estado", não aquela de cortes cegos, mas uma decente que seja adequada às necessidades do povo português e bem articulada com a UE e os seus organismos para que a "máquina" administrativa, legal e executiva funcione.

Esta evolução/mudança requer algum tempo, requer um bom planeamento e estratégia bem pensada e não pode ser empurrada por necessidades económicas que visam apenas resultados numéricos e pouco bem estar social. Deste modo, foi com agrado que hoje soube que o Governo, o maior partido da oposição e outras figuras públicas de destaque, concordaram em sentarem-se à mesa das negociações para pensarem, discutirem, argumentarem ao longo de três meses (espero de uma maneira muito positiva e que dê bons frutos) todos os pormenores e mais alguns sobre qual o Estado que queremos/precisamos e como irá funcionar no futuro.

 

 

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publicado às 19:52


Identidade Lusitana

por Antonovsky, em 25.02.13

Nada melhor para um povo que vive um período de crise que relembrar os feitos históricos da sua nação. Quando tudo parecia perdido, quando os adversários eram em muito maior número, quando as situações surgiam de uma forma inesperada e sombria, sempre conseguimos ultrapassar os obstáculos que o destino nos colocou. Com maior ou menor dificuldade, com o sacrifício de muitos e o heroísmo de alguns Portugal foi escrevendo a sua história.

Este livro é muito simples e reune episódios heróicos, caricatos e corajosos dos portugueses. Sob o título "Homens Espadas e Tomates" relembra uma identidade lusitana que nos ultimos anos parece ter sido esquecida. Porventura, alguns destes episódios serão exagerados pelos cronistas da época, no entanto, ninguém duvida de que aconteceram, pois há registos e memórias que se perpetuaram e são neste livro descritas algumas que merecem a nossa admiração. Fica aqui a sugestão para elevar a alma Lusitana.

 

 

 

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publicado às 21:38

Li ontem uma notícia que referia que a venda de automóveis novos em Portugal tinha recuado para valores de 1990. Este facto, mais um devido à crise económica e financeira que o país/europa atravessa, pode a meu ver, contribuir para que todo o esforço de prevenção rodoviária seja em vão.

Explicando melhor, se recuarmos umas décadas atrás, o nosso parque automóvel, na sua maioria, era muito envelhecido e a manutenção descuidada, com revisões "caseiras", peças em segunda mão compradas a sucateiros, conceitos de qualidade e segurança pouco desenvolvidos e assimilados pela sociedade "automobilistica". Ora, no últimos anos apesar das ainda elevadas taxas de sinistralidade, dos excessos constantes e de alguma falta de civismo dos condutores, há que reconhecer que houve uma evolução lenta, mas progressiva neste campo. O parque automóvel melhorou e as revisões (pelo menos durante os dois anos de garantia) são realizadas na marca de origem. Mesmo as oficinas "particulares" são sujeitas a regras mais apertadas e os conceitos de Qualidade de serviços e Segurança, muito mais divulgados e apreciados. Todavia isto paga-se e, se não há dinheiro para investir em carros novos, também a manutenção dos veículos não é tão regular como deveria ser. As revisões vão sendo empurradas para o mês seguinte ou até à inspecção obrigatória. E mesmo assim, ás vezes arrisca-se a ir com o carro à inspecção mesmo sem a revisão efectuada. 

Tudo isto, aliado também a inúmeros veiculos que circulam sem seguro e sem inspecção periódica, devido ao orçamento das familias reverter para outras prioridades, pode pôr em perigo a segurança rodoviária e todos os progressos que têm sido feitos. Aliás se notarem bem, numa qualquer viagem longa que façam, vão ver cada vez mais carros avariados à beira da estrada à espera da assistência. Espero não verem o meu :(  

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publicado às 10:58


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