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Somália

por Antonovsky, em 06.03.13

O outro lado de uma história de pirataria, que tão facilmente julgamos que estamos do lado da razão (se é que existem lados razoáveis nesta história). Uma grande reportagem de cerca de 23 minutos que é OBRIGATÓRIO ver. Impressionante e assustador o que nos passa "ao lado" nas nossas vidas.

 

 

http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a

 

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publicado às 23:08


Globalização "Marítima"

por Antonovsky, em 08.01.13

Como grandes pioneiros que fomos há mais de 500 anos atrás nas navegações por mares nunca dantes navegados, por águas desconhecidas enfrentando não só mitos e lendas, como a realidade dos mares enfurecidos ou a estagnação de quem está dependente dos ventos para chegar ao destino, não podia deixar de publicar este apontamento interessantíssimo sobre as rotas marítimas de hoje em dia.

Na foto, o emaranhado de linhas representa os percursos que os navios comerciais efectuam diariamente por este mundo fora. E poderá aumentar com o alargamento do canal do Panamá previsto para 2015 que, eventualmente, poderá encurtar algumas viagens quer no tempo, quer nos custos.  Será que algumas vez passaria pela cabeça dos nossos marinheiros aventureiros do século XV, que se chegaria a este ponto de "globalização marítima".

map_strategic_passages.png

 

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publicado às 14:56


Globalização IV - Os Dias de Hoje

por Antonovsky, em 28.04.09

 

Hoje em dia vivemos numa sociedade de informação onde tudo é uma mensagem devidamente trabalhada, estudada e orientada por profissionais, para causar os efeitos desejados no público a que se destina. A informação, algo que era escasso em longos períodos da história da humanidade, surge agora em abundância, o que é bastante diferente de qualidade. Ou seja, actualmente uma qualquer mensagem divulgada para as massas pode ser difundida a partir de uma casa particular, por um indivíduo isolado que exprime as suas opiniões na sua webpage, no seu blog, etc… as quais podem ser lidas no mundo inteiro, com a vantagem de poder esconder a sua identidade, se assim for a sua intenção. Esta rede constituída por inúmeras outras, funciona em todos os sentidos (vertical, horizontal, ascendente e descendente), o que veio a causar alguns problemas de controlo e filtragem dessas mensagens e informação. Ao haver uma maior liberdade, que arrasta por si os aspectos positivos da criatividade, da inovação e do próprio bem-estar e satisfação individual, também traz os aspectos negativos de correntes idealistas, escondidas pela capa da anonimidade, que podem difundir as suas mensagens, incitar à violência ou a comportamentos extremistas e, deste modo, destabilizar a paz e a ordem social. Neste aspecto, os Estados têm desenvolvido projectos de “net surveillance”, legislação e outros mecanismos possíveis de preencher os vazios legais que existiam até agora e actuar para poder controlar os emissores que transgridam. Temos ainda os exemplos de violação dos direitos de autor, no que respeita ao cinema, música e literatura, cujas cópias circulam livremente no mundo virtual e que as autoridades tentam combater com os meios disponíveis.

No que respeita aos órgãos oficiais a disputa pelas audiências não escolhe meios e os escrúpulos são cada vez menos nas abordagens às notícias mais chocantes ou absurdas, mas que podem causar um impacto considerável na população. Vemos muitas vezes assuntos debatidos na TV e nos jornais, que deveriam ser apenas e só, nos debatidos nos tribunais. Vemos um jornalismo de investigação de gosto muitas vezes duvidoso (nunca generalizando pois há boas reportagens) que conduz as histórias de acordo com os estudos de audiência e não tanto pela verdade. O segredo de justiça ou de Estado pode ser “vendido” para o público e quanto mais polémico melhor.
Obviamente esta sociedade de informação varia nos países e regiões do mundo. Não podemos comparar a UE ou os EUA com os países do Médio Oriente ou a China. Mas a grande diferença está na difusão da mensagem que já não é exclusiva dos órgãos de poder ou órgãos oficiais, apesar de estes exercerem ou tentarem exercer um controlo e filtragem e pode chegar rapidamente a todo mundo…à distância de um click.
Conclusão
Podemos concluir que o contacto e a comunicação entre os povos permitiu o desenvolvimento da tecnologia e que esta, por sua vez, promoveu e promove cada vez mais, a comunicação e contacto. Porquê? Pela mesma razão que os pioneiros se lançaram ao encontro de outros povos pelo comercio e lucro, pelo poder e o domínio.    
Os meios de comunicação e informação são agora um ringue onde os candidatos ao poder tenta debater as suas ideias e dar uma imagem de confiança e credibilização para atingir a liderança. Há agora outros intervenientes que podem ser de uma importância decisiva nestas interacções, dependendo do conteúdo da mensagem e da credibilidade que lhes possa ser atribuída. Para além dos órgãos oficiais de comunicação, temos freelancers particulares que podem minar o território com factos ou opiniões, movimentos cívicos e sociais que agitam ou criam turbulências indesejadas nas estruturas da sociedade.
O globo parece mais pequeno, as distâncias encurtaram, navega-se pelo mundo a uma velocidade estonteante, visitam-se países e museus, vêm-se filmes e ouve-se música, conhece-se novas pessoas e trata-se de muita burocracia e papelada com os governos a adaptarem os seus sistemas organizativos pelo denominado “e-gov” tudo isto e muito mais, em micro-segundos e sem nunca sair de casa... bem, agora também já pode, pois há sistema wireless (sem fios).
 
FIM

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publicado às 10:49


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